Hospital de Santa Maria acompanhou 349 doentes no domicílio

A Unidade de Hospitalização Domiciliária do Hospital de Santa Maria já admitiu 349 doentes para assistência ao domicílio.

A coordenadora da unidade inserida no Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte, Teresa Rodrigues, considerou que a “diminuição drástica” das infeções hospitalares e das transmissões de bactérias é “a parte clínica mais importante” da hospitalização domiciliária.

Além das vantagens para os doentes, que são acompanhados no conforto do seu lar, também se libertam camas para doentes que não preenchem os critérios necessários para acompanhamento no domicílio.

A equipa da hospitalização domiciliária, composta por cinco enfermeiros, dois médicos, um assistente operacional, um assistente técnico e um assistente social, tem capacidade para acompanhar diariamente até oito pessoas, com visitas diárias a casa dos doentes. Até à data, esta unidade fez quase seis mil visitas, percorrendo mais de 40 mil quilómetros.

Nos dois anos e quatro meses de funcionamento, a Unidade de Hospitalização Domiciliária do Hospital de Santa Maria avaliou 626 doentes. Destes, 349 foram admitidos neste regime: mais de metade (236) eram do internamento, 79 da urgência, 18 tiveram admissão direta, 15 da consulta externa e um do hospital de dia.

Os dados revelam que foram admitidas mais mulheres (186) do que homens (163) e que a média de idades de doentes admitidos é 69 anos. A maioria dos doentes tinha como diagnóstico as infeções do trato urinário (149), mas também foram acompanhados em casa doentes com infeções bacterianas, insuficiência cardíaca descompensada ou pneumonia.

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