Mais de 200 empresas disponíveis para produzir máscaras

O Secretário de Estado da Saúde anunciou que mais de 200 empresas manifestaram interesse em produzir máscaras de utilização comunitária para o combate à pandemia causada pelo novo coronavírus, conforme as especificações do Infarmed.

“Quanto às máscaras de utilização comunitária, o Infarmed publicou hoje as especificações técnicas para produção destas máscaras pela indústria. Mais de 200 empresas mostraram vontade de avançar com a produção e algumas estão em condições de o fazer já esta semana”, revelou o Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência de imprensa diária sobre o COVID-19.

Este anúncio surge no seguimento da recomendação da Direção-Geral da Saúde relativa ao uso generalizado de máscaras não cirúrgicas em espaços fechados e com elevada concentração de pessoas, tais como supermercados e transportes públicos, como medida de proteção adicional às já existentes.

Em conferência de imprensa, Marta Temido afirmou ainda que as máscaras sociais, que podem ser feitas de algodão ou de outro tecido, vão ser generalizadas à população quando o país regressar à normalidade.

Segundo a ministra, estas máscaras sociais distinguem-se das cirúrgicas, que devem ser reservadas e usadas por pessoas com sintomas do novo coronavírus e pelas pessoas mais vulneráveis, assim como por profissionais de grupos mais expostos, tais como bombeiros, polícias, funcionários de lojas e agências funerárias.

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