Avaliação da aplicabilidade de loiça comestível e compostável em Alimentação Coletiva

Atualmente a população mundial gasta o equivalente a 1,6 planetas. Em Portugal, no ano 2014, a reserva de biocapacidade estava com um deficit de -2,8 gha, ou seja, a biocapacidade por pessoa (área produtiva existente por habitante do país) é inferior à pegada ecológica por pessoa (área biologicamente produtiva necessária para fornecer tudo o que cada pessoa consome).

Um dos problemas que mais contribuem para o aumento da pegada ecológica é a utilização excessiva de plásticos de utilização única, sendo importante assumir o compromisso para a sua redução. O poliuretano é um tipo de plástico e o sexto polímero mais utilizado em todo o mundo, com uma produção anual de 18 milhões de toneladas.

Nas últimas décadas tem-se verificado uma crescente quantidade deste material a ser depositada em aterros. Em Portugal apenas 10% dos resíduos são reciclados e esta falha na reciclagem do plástico faz com que muitas embalagens acabem nos aterros ou nas praias. Este comportamento humano tem um impacto gigante nos mares e oceanos, onde se pode encontrar diversos produtos de plástico, como sacos, palhinhas, copos descartáveis, entre tantos outros resíduos.

Neste contexto, foi emitido pela Comissão Europeia um memorando para reduzir ou minimizar o uso de plástico e melhorar as infraestruturas de gestão de resíduos. Já existem alternativas ao plástico descartável, desde garrafas de água reutilizáveis, sacos multiusos em tecido, copos de café em chocolate, talheres de bambu ou madeira, palhinhas de inox ou comestíveis, palamenta biodegradável, comestível e compostável. (...)

Artigo completo na Hotelaria e Saúde nº16 jun/dez 2019

Sandra Alves, ITAU, Carmen Costa, ITAU, e Catarina Quelhas, ITAU

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